De sistemas de execução que sobrevivem ao trimestre a equipas de liderança que executam de forma independente.

Estes casos de estudo mostram o que muda quando a direção estratégica se torna um sistema de execução em funcionamento: prioridades mais claras, responsabilidades mais claras, melhor cadência e equipas de liderança que conseguem fazer o negócio avançar sem que tudo regresse ao CEO.

"O Mike ajudou-nos a definir a direção de 2022 a 2026. Foi fundamental para ajudar a equipa a perceber o que era prioritário agora e o que seria mais tarde. Mesmo depois do projeto, o Mike mantém-se em contacto com a empresa e continua a apoiar-nos. Existe uma inspiração mútua entre o Mike e a equipa."

Rasmus HolstCEO, Zensai

Três equipas de liderança que assumiram a execução.

Zensai, Appficiency e IMI tinham uma direção estratégica clara. O que mudou foi quem carregava a execução: a equipa de liderança passou a ser dona das prioridades, das decisões e do ritmo semanal, sem que tudo voltasse ao CEO.

Escolha um caso para ver como era antes, o que mudou e o que aconteceu depois.

Explore os casos:

ZENSAI

Copenhaga · Equipas na Dinamarca, EUA, Polónia e Austrália

Um novo CEO com uma visão forte, e a execução ainda a passar toda por ele.

1. A execução dependia do CEO

Prioridades e decisões voltavam sempre à sua mesa.

2. Sem um ritmo semanal comum

Equipas em quatro países a avançar a velocidades diferentes.

3. A estratégia ficava no documento

Prioridades e responsabilidades não chegavam ao trabalho semanal.

A equipa de liderança assumiu o sistema de execução.

1. Um ritmo semanal para toda a equipa de liderança

Resultados claros, avaliação semanal e revisões trimestrais.

2. Uma cascata clara

Resultados a três anos, foco a um ano, prioridades trimestrais e trabalho semanal.

3. Responsabilidade transferida

Miguel Dias geriu o sistema ao lado da equipa até os líderes o assumirem.

O CEO deixou de carregar a execução sozinho.

1. Resultados do terceiro ano alcançados no primeiro e no segundo

Clareza e ritmo aceleraram o negócio.

2. Ainda em funcionamento mais de três anos depois

A equipa de liderança é dona do ritmo.

3. Uma ronda de investimento mais forte

Prioridades e progresso visíveis reforçaram o caso perante os investidores.

O Mike ajudou-nos a definir a direção de 2022 a 2026. Foi fundamental para ajudar a equipa a perceber o que era prioritário agora e o que seria mais tarde. Mesmo depois do projeto, o Mike mantém-se em contacto com a empresa e continua a apoiar-nos. Existe uma inspiração mútua entre o Mike e a equipa.

Rasmus Holst | CEO na Zensai

APPFICIENCY

Toronto, Canadá

O CEO carregava a execução sozinho.

1. As equipas esperavam por direção

Reatividade, inconsistência e cansaço na liderança.

2. Sem uma visão única da execução

Prioridades, progresso e responsabilidades não eram visíveis.

3. Dois negócios numa só conta de resultados

Produto e serviços disputavam a mesma atenção.

Cada líder passou a ser dono de resultados e compromissos semanais.

1. Responsabilidades claras

Cada líder sabe o que é seu e reporta todas as semanas.

2. Uma cadência estratégica

Visão a três anos, estratégia a 18 meses, prioridades trimestrais e trabalho semanal, ligados.

3. Produto e serviços separados

Cada unidade tem a sua conta de resultados, prioridades e ritmo de liderança.

A equipa de liderança gere a execução.

1. O CEO já não empurra a execução sozinho

A equipa assume-a.

2. Ainda em funcionamento mais de um ano depois

O ritmo tornou-se a forma de trabalhar da equipa.

3. Avanço mais rápido e previsível

Clareza semanal sobre vitórias e bloqueios.

"Finalmente tínhamos um sistema que nos mostrava onde a execução estava a falhar — e uma equipa responsável por o corrigir. O ritmo de OKR era simples, mas mudou tudo."

John Than | CEO na Appficiency

IMI

A IMI estava a explorar como acelerar a inovação entre unidades de negócio, colaborando eficazmente com empresas tecnológicas de rápido crescimento. A equipa de liderança precisava de clareza sobre como escalar a inovação sem a travar com processos corporativos.

1. Sem estrutura clara para avaliar inovação externa

Os líderes não tinham uma forma estruturada de identificar, avaliar e integrar tecnologias emergentes de startups e scaleups.

2. Incerteza entre startups e scaleups

A equipa precisava de perceber que parceiros eram mais seguros, mais rápidos ou mais adequados para a inovação corporativa.

3. Os processos corporativos atrasavam a colaboração externa

Compras, conformidade, responsabilidades pouco claras e ciclos de decisão lentos arriscavam matar a inovação com o peso corporativo.

4. Liderança não preparada para colaboração empreendedora

Os líderes precisavam de novos comportamentos, competências de comunicação e modelos de decisão para trabalhar eficazmente com fundadores e equipas de produto.

5. Sem modelo de execução para escalar a inovação entre unidades

A IMI precisava de uma estrutura de execução partilhada para alinhar a tomada de decisão, a responsabilização e a execução entre regiões e unidades de negócio.

1. Desenhámos uma estratégia de parceria de inovação mais clara

A SV trabalhou com a IMI para clarificar as vantagens estratégicas de trabalhar com scaleups em vez de startups em fase inicial.

2. Construímos um modelo de colaboração entre corporação e scaleup

Uma estrutura prática para acelerar a avaliação, reduzir o atrito e manter o impulso da inovação sem processos corporativos pesados.

3. Atualizámos a mentalidade e os comportamentos de liderança

Os líderes trabalharam a definição de expectativas, a comunicação e a tomada de decisão com equipas empreendedoras.

4. Introduzimos estruturas de execução modernas

A equipa de liderança passou a trabalhar com prioridades trimestrais e um ritmo semanal para aumentar a velocidade, a responsabilização e o alinhamento entre unidades.

5. Reforçámos o alinhamento de liderança entre unidades de negócio

O trabalho criou uma linguagem partilhada, um modelo de decisão e uma estrutura de avaliação da inovação em toda a organização.

1. Lógica de avaliação da inovação mais clara

Os líderes ganharam uma forma mais estruturada de avaliar oportunidades de inovação externa e decidir que parcerias mereciam atenção.

2. Modelo de colaboração entre corporação e scaleup mais forte

A organização passou a ter uma forma mais prática de trabalhar com empresas tecnológicas de rápido crescimento, sem atrasar a inovação com atrito interno desnecessário.

3. Maior preparação da liderança para a colaboração empreendedora

A equipa de liderança tornou-se mais consciente dos comportamentos, padrões de comunicação e expectativas de decisão necessários para trabalhar com fundadores e equipas de produto.

4. Linguagem partilhada entre unidades de negócio

As diferentes unidades passaram a ter uma forma mais consistente de discutir inovação, modelos de parceria, velocidade de execução e tomada de decisão.

5. Base de execução mais forte para escalar a inovação

A IMI ganhou uma estrutura mais clara para ligar oportunidades de inovação à responsabilização, ao ritmo e à execução entre unidades.

A sua equipa de liderança

A mesma mudança é possível quando a sua equipa de liderança gere a execução todas as semanas.

Hoje, Miguel Dias junta esta forma de trabalhar a uma equipa de bots de IA que prepara os números, acompanha os compromissos e assinala o que está a derrapar.

Para CEO e equipas de liderança em mobilidade, transportes e logística.